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Monopólio FGTS – Governo ou Caixa? Descubra!





O monopólio FGTS acontece com o banco do Governo: a Caixa Econômica Federal. Atualmente, o banco cobra 1% para administrar o fundo (R$ 550 bilhões).

A taxa de administração de 1% da Caixa atualmente também serve para emprestar e financiar projetos do Governo, como: “Minha casa, Minha vida”, projetos de infraestrutura, habitação e saneamento. Grandes bancos estão querendo entrar em uma “competição” para administrar esse valor do FGTS por uma taxa menor.

Em outubro, de acordo com O Estadão, a Caixa estudava a possibilidade de propor uma redução na taxa (para 0,8%) com o objetivo de manter o monopólio do FGTS.

De acordo com o presidente Jair Bolsonaro, a quebra monopólio FGTS Caixa não é uma boa ideia e será vetada por ele se houver sugestão do congresso.




Quer saber mais sobre a quebra do monopólio do FGTS, se é possível de acontecer e o que mudaria no fim das contas? Continue lendo!

O que é o Monopólio do FGTS

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Monopólio FGTS – Governo ou Caixa? Descubra!

O monopólio FGTS acontece porque a Caixa é a única a ter acesso e administrar o FGTS, Bolsa-família, PIS e outros fundos trabalhistas ou que tenham relação com tributos do governo.  Mas é importante entender melhor da Caixa para saber a fundo do assunto e por que isso é polêmico…

A Caixa Econômica Federal é um banco do Governo e o objetivo principal não é (ou não deve ser) as margens, mas sim o interesse público.




Ela trabalha atualmente com habitação popular, integração social, Previdência Social, dentre outras áreas. Por isso, este banco é importante nas obras públicas e também na Cultura, já que patrocina atividades esportivas, como lutas olímpicas e futebol, por exemplo.

O banco foi fundado pelo imperador D. Pedro II, no ano de 1861, como banco público e que servia para que o Governo se preocupasse com as classes mais pobres.

Quebra de Monopólio do FGTS

Apesar de muito se falar sobre o fim do monopólio do FGTS e bancos já demonstrarem seus interesses em administrar os fundos, a ideia não foi bem recebida pelo Governo.




Com a MP que permitiu a liberação total do FGTS e saque-aniversário, abriram-se também novas possibilidades para que bancos privados entrassem no páreo.

De acordo com o presidente da Caixa, Pedro Guimarães, se o monopólio FGTS acabar, novos problemas vão surgir para quem mora nas regiões Nordeste, Norte e outros locais de interior.

Ainda segundo a Caixa, 700 municípios só têm os bancos da Caixa trabalhando, permitindo o acesso aos mais pobres.



A preocupação é que o fim do monopólio acabe fazendo com que esses grandes bancos se preocupem apenas com as áreas mais populosas e com maiores concentração de pessoas, fazendo com que os trabalhadores do interior não tenham um suporte.

Como funciona atualmente essa logística

Com a taxa de administração de 1%, a Caixa Econômica consegue chegar aos locais com acesso mais complexo e não apenas nas grandes cidades.

Além desse suporte, a Caixa também usa essa taxa para reverter em serviços aos mais pobres.

Caso o monopólio FGTS Caixa acabe mesmo, um problema será esses programas do Governo e como os trabalhadores conseguiriam financiar seus imóveis ou fazer comodatos, já que os grandes bancos, geralmente, se preocupam com as margens.

O problema seria que apenas as pessoas com uma classe e poder aquisitivo maiores teriam acesso a financiamentos desse tipo – o que é o contrário do que se precisa atualmente no Brasil.

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Vantagens da Quebra de Monopólio do FGTS

Mas existem vantagens também na quebra do monopólio FGTS, como:

  • Maior retorno com outras aplicações;
  • Taxas de administrações, que renderia mais para o Governo;
  • Menos problemas com corrupção;
  • Maior produtividade e possibilidades de mais serviços de qualidade;
  • Modernização dos serviços;
  • Multiplicar por 200 a quantidade de beneficiários no programa “Minha Casa, Minha Vida” (caso os recursos sejam usados em um fundo garantidor).

Todas essas vantagens da quebra do monopólio do FGTS só são possíveis caso, além dessa diminuição da taxa de administração, alguns outros pontos fossem alterados.

Uma das ideias, por exemplo, seria tirar os R$ 9,6 bilhões que o FGTS destina ao programa “Minha Casa, Minha Vida” e investir em fundo garantidor. Assim, em vez de dar descontos, o fundo serviria como um seguro para quem é barrado no financiamento.

Desvantagens do Monopólio

Algumas das maiores reclamações no monopólio FGTS é a baixa possibilidade de investimentos. Por mais que a Caixa ofereça opções interessantes para a classe mais pobre, o leque de serviços ainda não atende a todos os tipos de trabalhadores.

Um outro problema é a taxa de administração. Vamos supor que a taxa de 0,8% estivesse em vigor: em vez da Caixa receber 5,1 bilhões, receberia 4,08 bilhões – o que é ótimo para os cofres públicos.

Outro ponto importante a se considerar é que, ao dar essa abertura a novos bancos, eles estarão cuidando de clientes e não de eleitores ou cidadãos. Logo, existe maior modernização e uma preocupação maior em oferecer serviços de qualidade.

E então, o que você acha sobre o monopólio do FGTS? É contra ou a favor? Comente aqui embaixo!

Mas antes de fazer isso, assista a esse vídeo e fique ainda mais esclarecido sobre o assunto.